Quanto custa previdência privada e como fazer para investir

Pensando em contratar uma aposentadoria complementar? Veja quanto custa previdência privada e avalie os melhores planos.

Uma das principais dúvidas de quem deseja fazer seu pé de meia para o futuro é sobre o quanto custa previdência privada. Afinal, os planos de aposentadoria variam bastante entre resgates e custos.

Por isso, é importante entender não apenas o valor mensal que se paga pela previdência complementar. Mas, também, os elementos que formam os planos.

Siga a leitura, veja o quanto custa a aposentadoria privada e como você pode escolher por aquela que cabe no seu bolso e atende aos seus objetivos.

Acompanhe!

Quanto custa previdência privada, afinal?

Ao pesquisar por novos planos de previdência privada, você vai encontrar instituições que oferecem produtos com valores mensais bem baixos, como R$ 35 a R$ 100 por mês.

No entanto, você deve ter em mente que, o quanto mais conseguir poupar e investir para a sua aposentadoria nos dias de hoje, maiores serão os seus ganhos no futuro.

A previdência complementar é um tipo de investimento. Assim como qualquer outra forma de aplicação, o dinheiro rende juros ao investidor e gera custos a ele. Dessa forma, os planos vão se moldando às suas necessidades e ao seu orçamento.

Você tem a opção de escolher a poupança mensal com base na sua capacidade de pagamento atual ou de acordo com o valor que espera resgatar no futuro. Portanto, é possível investir em aposentadoria complementar com valores bem diversificados.

 

Taxas e seus custos na previdência privada

Ao entender quanto custa a previdência privada, você viu que ela funciona, basicamente, como um investimento. Logo, tem diferentes custos aos quais deve ficar atento. Veja, então, taxas e impostos que são cobrados sobre os planos de aposentadoria complementar:

 

Taxa de administração

A previdência privada sempre será administrada por uma instituição financeira. A empresa é responsável por captar o dinheiro do investidor e reaplicá-lo em outros investimentos, a fim de gerar ganhos.

Para executar esse serviço, a instituição cobra a taxa de administração. A alíquota varia bastante – entre 1% e 6% ao ano, na média.

 

Taxa de carregamento

Outro valor que pode afetar os seus ganhos futuros com a aposentadoria é a taxa de carregamento. A alíquota é aplicada sobre cada nova movimentação financeira – de entrada ou saída – realizada no plano.

Seu valor máximo é de 10% sobre o saque ou aporte e pode ser cobrado de forma antecipada, postecipada ou híbrida.

 

Taxa de performance

Se a previdência privada é um tipo de aplicação financeira, deve render juros sobre o valor investido. Algumas instituições cobram a taxa de performance sobre o resultado desses investimentos, quando ele supera uma determinada marca estabelecida em contrato.

 

Imposto de Renda

Por fim, o Imposto de Renda (IR) incide sobre a aposentadoria complementar. O tributo pode ser aplicado pela tabela regressiva ou progressiva, de acordo com a escolha do investidor. Além disso, o recolhimento do IR varia conforme o tipo de plano escolhido – como vamos ver, mais a frente.

Vale a pena fazer previdência privada?

A previdência privada é um investimento, mas tem suas particularidades. Enquanto as demais aplicações têm o principal objetivo de gerar ganhos para o investidor, a aposentadoria tem a função central de assegurar um futuro financeiro mais confortável.

Portanto, os planos de previdência complementar podem ter remuneração menor do que outras formas de investimento de longo prazo. No entanto, ela é uma maneira mais segura e prática de garantir o recebimento futuro da aposentadoria.

Quais são planos de previdência privada?

Existem diversos formatos de previdência privada, que variam entre tempo de contribuição, rentabilidade esperada, aporte mensal e formas de resgate. No meio dessa grande variedade de opções, dois planos se destacam: PGBL e VGBL

Ambos têm características bem parecidas quanto a aplicação e saque. Porém, sua principal diferença está na maneira como o Imposto de Renda incide sobre eles. Confira, então, como PGBL e VGBL se comportam quanto ao IR.

 

PGBL

O Plano Gerador de Benefício Livre (PGBL) é tipo de previdência privada em que o imposto é calculado sobre todo a aplicação e seus rendimentos.

Assim, o PGBL é indicado para quem faz a declaração anual de ajuste de IR completa. Dessa maneira, será possível deduzir até 12% da renda tributável sobre o investimento em previdência privada.

VGBL

Já o Vida Gerador de Benefício Livre (VGBL) é um seguro de vida. Neste formato, o IR é aplicado apenas sobre os ganhos com a aplicação. Então, o VGBL é recomendado para os contribuintes que fazem a declaração simplificada.

Dessa forma, ele não poderá deduzir o valor aplicado a título de aposentadoria complementar. Mas, se beneficiará com o desconto de 20% sobre toda renda tributável.

Assim, só dá pra saber o quanto custa a previdência privada juntando todos esses fatores que vimos. Você pode fazer simulações diretamente com as instituições financeiras, informando o valor dos aportes mensais, expectativas de ganho e tempo.

Além disso, uma boa dica é sempre conferir mais informações sobre aposentadoria complementar aqui, na Capital Research.

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