Previdência social ou privada: por que não as duas?

Entre as opções para a sua aposentadoria, será que é melhor previdência social ou privada? Confira os prós e contras de cada uma.

Quando se trata de pensar na aposentadoria, uma dúvida comum entre as pessoas está na escolha entre previdência social ou privada? 

Cada um dos formatos de poupança tem suas particularidades, características e vantagens. Da mesma forma, os planos previdenciários possuem alguns pontos de atenção para que sua decisão seja embasada.

Então, confira neste artigo todas as informações necessárias para que você possa fazer uma escolha com segurança e tranquilidade. Acompanhe!

Previdência social ou privada: como escolher?

A aposentadoria é o momento das nossas vidas em que colocamos fim à trajetória profissional. Dessa forma, a gente tem o merecido descanso depois de longos anos trabalhados, não é mesmo?

Mas, se sua fonte de renda atual vem do trabalho, como você sustentará seu nível de vida quando já não houver mais o salário, a comissão ou o pró-labore caindo na conta? Por isso, é importante começar a guardar dinheiro hoje para ter tranquilidade financeira no futuro.

Você pode poupar através da previdência social – que é administrada pelo Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), que é de contribuição obrigatória para todo trabalhador formal. Ou, ainda, dá para assegurar ganhos maiores com os planos de previdência complementar.

A seguir, selecionamos 3 perguntas para você responder e, então, descobrir a melhor modalidade de aposentadoria entre previdência social ou privada.

 

1 – Quanto você espera receber?

Se sua resposta for ganhar mais do que R$ 6.101,06 ao mês, já pode riscar a previdência social como fonte de renda exclusiva. Isso acontece porque o INSS pratica um teto de pagamento dos benefícios.

Em 2020, o valor é pouco maior do que R$ 6 mil. Vale considerar, além disso, que o teto é difícil de ser alcançado, pois os seguros pagos pelo INSS são calculados com base em uma média das maiores contribuições.

Assim, tenha em mente o quanto você espera receber de renda mensal, no futuro, para avaliar se somente a previdência social consegue cobrir o valor desejado.

 

2 – Quanto você pode poupar hoje?

Outro elemento que precisa ser considerado nessa escolha é o seu orçamento atual. Alguns especialistas avaliam que valores entre 20% e 30% da sua renda é o ideal para não comprometer suas contas de hoje e, ainda, garantir uma boa aposentadoria.

A contribuição para o INSS varia entre 8% e 11% do salário. Assim, você pode complementar o valor com planos de previdência privada e formar uma poupança maior.

 

3 – Por quanto tempo espera poupar?

O fator tempo também é importante na avaliação entre os formatos de aposentadoria. Quanto antes você começar a poupar, menores serão os pagamentos e maiores os ganhos.

Com a previdência social, a quantidade de aportes mensais é um elemento básico. Para ter direito ao benefício, é necessário seguir a diferentes regras. Nos critérios para a aposentadoria por tempo de contribuição, por exemplo, as mulheres precisam ter contribuído por 30 anos e, os homens, 35 anos para receber o seguro.

Já a previdência privada é mais flexível nesse sentido e você consegue determinar o prazo de pagamento.

Diferenças entre previdência social e privada

A previdência social é garantida por lei aos cidadãos brasileiros. Além da aposentadoria, ela traz benefícios aos contribuintes em situações de insegurança financeira, como acidentes e doenças.

A contribuição previdenciária, nesse caso, é obrigatória para trabalhadores com carteira assinada, servidores públicos e algumas situações excepcionais – como MEI. Além disso, ela deve seguir a parâmetros legais e a determinações do INSS.

Por outro, a previdência privada tem o objetivo de complementar a renda oferecida pelo INSS. Assim, ela é facultativa e pode ter diferentes formatos de contribuição e resgate.

Previdência social ou privada: prós e contras

Como vimos, a previdência social é obrigatória para várias pessoas. Esse fato garante uma poupança futura mesmo para aqueles que têm dificuldades em poupar.

Contudo, ela apresenta como desvantagem os pagamentos não muito atrativos. Além disso, existe uma série de regras e burocracias que o contribuinte tem que vencer para receber o seguro.

A previdência privada, em contrapartida, é muito mais flexível e oferece uma série de vantagens como aportes que cabem no orçamento, melhores taxas de rentabilidade, prazos diversificados e diferentes formas de resgate.

Por outro lado, a aposentadoria complementar pode ter riscos e custos maiores do que o benefício do INSS.

Que tal complementar previdência social e privada?

Muitos são obrigados a contribuir para o INSS. Outros, o fazem de forma facultativa. O interessante é que todos podem se beneficiar da previdência social. Mas, tendo em vista seus pagamentos pouco atrativos, é possível melhorar os ganhos futuros com a previdência privada.

Assim, você consegue equilibrar a seguridade da previdência social com a flexibilidade e rentabilidade da previdência complementar. Juntos, os planos previdenciários vão trazer mais segurança e conforto financeiro para seu futuro.

Você pode descobrir outras informações sobre os diferentes planos de previdência aqui, na Capital Research. Veja, então, os variados formatos, contribuições e resgates da previdência social e privada em nosso blog. Confira!

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