Melhor banco para poupança: como escolher a instituição ao aplicar dinheiro

Quem gosta de aplicar na caderneta, pode estar em busca do melhor banco para poupança. Mas será que isso existe? Nosso artigo responde.

Se você está começando a juntar dinheiro, pode estar se perguntando qual é o melhor banco para poupança. Afinal, esse é um caminho natural para o brasileiro que dá seus primeiros passos no mercado financeiro.

Apesar de existirem diferentes instituições que oferecem o serviço, a escolha pode ser mais simples do que você imagina. E é justamente isso que vamos apresentar neste texto.

Além de entender o que analisar ao pesquisar pelo melhor banco para poupança, você vai descobrir formas muito mais rentáveis e igualmente seguras para poupar e investir.

Siga acompanhando!

Existe melhor banco para poupança?

A caderneta de poupança tem correção definida em lei, além de dispor de diversos serviços gratuitos para os usuários. Isenta do recolhimento de Imposto de Renda (IR), ela ainda é coberta pelo Fundo Garantidor de Crédito (FGC).

Ou seja, as instituições bancárias que fornecem a conta poupança devem seguir os mesmos critérios para a oferta do serviço, sem diferenças. Assim, todos os bancos têm que oferecer as mesmas condições básicas para a abertura e manutenção da caderneta.

De acordo com resolução do Banco Central, são serviços gratuitos e essenciais da conta poupança:

  • Fornecimento de cartão com função movimentação e 2ª via do cartão (com exceções)
  • Realização de consultas pela internet
  • Fornecimento anual de extrato consolidado
  • Realização de até 2 saques em caixa eletrônico por mês
  • Realização de 2 transferências para conta de depósito de mesma titularidade por mês
  • Fornecimento de 2 extratos por mês, contendo a movimentação dos últimos 30 dias.

Por que todo banco para poupança é igual?

Como a gente viu, existem leis e regras que determinam o funcionamento da conta poupança. Então, todas as instituições bancárias têm que disponibilizar, pelo menos, esses serviços aos clientes da caderneta.

Como esse é um produto básico, não há diferença significativa entre as práticas dos bancos. Mas, se você quer encontrar o melhor banco para poupança e abrir uma conta, vale observar outras questões, como:

  • Atendimento
  • Facilidade de acesso
  • Menor burocracia
  • Outros produtos financeiros.

Vale a pena buscar um banco para poupança?

Você sabe o quanto a caderneta de poupança rende ao mês ou de forma anual? Já vamos logo avisando que seu rendimento é muito baixo. A poupança foi criada em 1991 sobre a regra de correção de 0,5% ao mês + Taxa Referencial (TR). Em 2002, o cálculo mudou e passou a ser atrelado à Taxa Selic.

Sempre que a Selic está acima de 8% a.a., a maneira para corrigir os valores depositados se mantém. Mas, com a taxa anual abaixo de 8%, a caderneta de poupança é corrigida dessa maneira: 70% da Selic + TR.

Na prática, o que acontece é que, com a Selic baixa, a poupança sequer cobre as perdas da inflação. Ou seja, seu rendimento anual fica abaixo da inflação acumulada. Assim, buscar um banco para poupança como investimento não vale a pena, pois seu dinheiro perde valor dessa forma.

Por isso, mesmo com todas as facilidades, gratuidades e isenções, a dica é esquecer a caderneta de poupança e focar em aplicações financeiras mais rentáveis e tão seguras quanto.

5 investimentos melhores que a poupança no banco

Agora que você descobriu que a caderneta de poupança não compensa, veja cinco investimentos que pagam mais do que ela. Seguros e rentáveis, eles vão valorizar o seu dinheiro. Confira!

 

1. Tesouro Direto

O governo emite os títulos da dívida pública para financiar suas operações e investimentos. Como compensação pela compra dos papéis, os investidores são remunerados com juros. Assim, o Tesouro Nacional emite títulos como Tesouro Direto Prefixado, Tesouro Direto Selic e Tesouro Direto IPCA.

Com valores a partir de R$ 30, é possível comprar papéis e receber juros de forma pré ou pós-fixada, rendendo mais do que a caderneta e de forma totalmente segura.

 

2. CDB

Os Certificados de Depósitos Bancários funcionam com a mesma lógica dos títulos públicos. Porém, são emitidos por instituições privadas. O pagamento dos juros dos CDBs é indexado à taxa DI ou ao IPCA, índice que mede a inflação. Seguros, os certificados ainda são cobertos pelo FGC em até R$250 mil.

 

3. Letras de Crédito

Letras de Crédito Imobiliário (LCI) e do Agronegócio (LCA) são papéis que financiam setores da economia. Além de serem asseguradas pelo FGC, as letras são isentas de Imposto de Renda. Ambas aplicações remuneram os investidores com taxas indexadas ao CDI, ao IPCA ou prefixadas.

 

4. Debêntures

As debêntures são títulos de crédito emitidos por empresas e negociados no mercado financeiro. No caso das debêntures incentivadas, pode haver isenção do pagamento do IR. Os papéis pagam juros aos compradores de forma prefixada ou pós-fixada e indexada a índices como o CDI.

 

5. Certificados de Recebíveis

Por fim, os Certificados de Recebíveis Imobiliários (CRI) e do Agronegócio (CRA) são outra alternativa à caderneta de poupança. Remunerando os investidores como renda fixa, os certificados não recolhem Imposto de Renda.

Olhando e analisando com calma cada um destes formatos, você vai entender como os investimentos podem ser simples. Além disso, eles são seguros e rendem juros maiores do que poupança. Assim, você protege seu dinheiro da inflação e ainda consegue uma grana extra.

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