Em que investir? Confira 10 sugestões para sua carteira

Quer aplicar seu dinheiro, mas não sabe em que investir? Preparamos um guia com dicas de investimentos para todos perfis e objetivos.

Em que investir para ganhar dinheiro? Quais aplicações mais seguras? Que opções o mercado financeiro oferece com alta liquidez?

Para todos os seus objetivos, existe um investimento ideal. E se você também está em dúvida, não se preocupe! Elaboramos um guia rápido e prático com os principais tipos de aplicações para que você consiga escolher entre eles.

Siga acompanhando para conhecer todas elas!

Em que investir hoje: 10 opções

Se você não sabe em que investir, vamos ajudar. Mas antes de você aplicar dinheiro em um ativo, considere questões como:

  • Perfil de investidor: qual a sua tolerância ao risco?
  • Objetivos com o investimento: qual a finalidade dos ganhos?
  • Metas de ganho: o quanto você espera ser remunerado?
  • Prazos: tem metas de curto, médio ou longo prazo?

Feito isso, é hora de ir para o mercado de investimentos e conferir as opções disponíveis. Veja as 10 principais aplicações para investir:

 

1 – Tesouro Direto

O Tesouro Nacional emite títulos para cobrir a dívida pública. Dessa forma, os papéis do Tesouro Direto são uma maneira que o governo tem para captar recursos financeiros no mercado.

Como remuneração, o Tesouro paga taxas de juros pré ou pós-fixadas aos compradores dos títulos. Seguros, os ativos como Tesouro Selic, Tesouro IPCA e Tesouro Prefixado são recomendados para investidores de perfil conservador ou para diversificação da carteira.

 

2 – CDB

Outro papel de renda fixa, o Certificado de Depósito Bancário tem a mesma função dos títulos públicos. Porém, o CDB é emitido por bancos privados.

Ele rentabiliza os investidores com taxas fixas. Além disso, é coberto pelo Fundo Garantidor de Crédito (FGC) em investimentos de até R$ 250 mil sendo, portanto, uma boa opção para investidores menos propensos ao risco.

 

3 – LCI/LCA

As Letras de Crédito Imobiliário e do Agronegócio remuneram a taxas pré ou pós-fixadas – geralmente, indexadas ao CDI ou ao IPCA. Cobertas pelo FGC, as letras são isentas de recolhimento do Imposto de Renda (IR). Assim, LCI e LCA são alternativas de baixo risco e custos.

 

4 – Letras de Câmbio

Ainda na renda fixa, você pode apostar nas letras de câmbio. O formato de investimento frequentemente é atrelado à taxa CDI, remunerando o investidor por volta de 100% da alíquota. Os títulos de crédito são cobertos pelo Fundo Garantidor de Crédito sendo, assim, um ativo interessante para os conservadores.

 

5 – CRI/CRA

Os Certificados de Recebíveis Imobiliários e do Agronegócio são títulos de crédito de determinados setores da economia. Os papéis também remuneram a taxas fixas e são isentos do pagamento do IR. Apesar disso, não são cobertos pelo FGC

Assim, pelo risco um pouquinho maior, eles são recomendados para investidores de perfil conservador a moderado.

 

6 – Debêntures

As debêntures são títulos de dívida de empresas privadas. Dessa forma, as companhias podem remunerar os investidores com taxas pré ou pós-fixadas. Existem vários formatos de debêntures que vão se adequar aos diferentes perfis de investimento.

 

7 – Fundos de Investimentos

Os fundos de investimento são um tipo de renda variável. Assim, o investidor não conhece as taxas de rentabilidade.

Esse modelo de aplicação funciona como um grande grupo de investidores que aplicam, juntos, em determinados ativos. Periodicamente, eles são remunerados proporcionalmente pela quantidade de cotas que possuem. Dessa maneira, os fundos são recomendados para investidores com perfil de moderado a arrojado.

 

8 – Ações

O mercado de ações é de alto risco, mas maiores possibilidades de ganhos. Portanto, ser um acionista é indicado para investidores arrojados.

Em resumo, as empresas emitem seus papéis, vendem na Bolsa de Valores e algumas pagam parte do lucro aos acionistas (os dividendos). Mas, o investidor também pode ganhar dinheiro com ações através da compra e venda dos ativos.

 

9 – Contratos futuros

Outro formato mais arriscado de investimento, o mercado futuro pode proporcionar rentabilidade maior para os investidores arrojados.

Pelo formato, uma pessoa compra um contrato hoje, com preço e data de venda futura. No dia da liquidação do papel, o investidor poderá obter lucro pela diferença positiva entre a cotação passada e a atualizada.

 

10 – Moeda

Por fim, negociar moedas estrangeiras também é uma maneira de investir em renda variável. Assim, o investidor tira proveito pela variação cambial entre as moedas – como dólar, euro e libra. De alto risco, a operação é indicada para os investidores mais arrojados.

Como escolher em que investir?

Você viu que o que não faltam são opções para você escolher em que investir, não é mesmo? Mas como se decidir entres os ativos? Além de responder àquelas questões do começo, você deve:

  • Analisar taxas de juros e de rentabilidade das alternativas
  • Verificar todos os custos com a aplicação
  • Avaliar índices de liquidez – facilidade para transformar o título em dinheiro.

Assim, você terá dados concretos sobre a remuneração e riscos para fazer uma análise comparativa completa. Então, reúna o resultado do seu perfil e objetivos com a comparação entre os investimentos. Você terá, dessa forma, todos os insumos para se decidir em que investir. 

Quer conhecer ainda outras aplicações? Veja na Capital Research e aproveite para conferir nossos conteúdos exclusivos, análises especializadas e carteiras recomendadas.

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