Como planejar o futuro financeiro: passo a passo

Planejar o futuro financeiro é essencial para conquistar metas e garantir um orçamento confortável no longo prazo. Confira dicas.

Planejar o futuro já faz parte da sua gestão financeira? Para quem almeja dispor de um orçamento mais confortável no longo prazo, o planejamento é uma etapa essencial para ter êxito. Ao mesmo tempo, a atividade pode parecer um desafio para quem está começando a cuidar dos números do orçamento.

Mas não é difícil. Na verdade, o desafio maior é se comprometer com o controle financeiro e estabelecer prioridades para o seu dinheiro a fim de implementar as estratégias necessárias. Quer saber como fazer isso? Neste guia, descubra como planejar o futuro em seis ações básicas.

Por que planejar o futuro financeiro

Se você ainda não se dedica a planejar o futuro financeiro, confira a seguir três razões para fazer isso o quanto antes:

1. Para evitar o endividamento

O planejamento financeiro é um passo fundamental para evitar o endividamento, sobretudo no longo prazo. Sem o controle rigoroso do orçamento, aumentam as chances de você se comprometer com dívidas que não vai conseguir pagar. E aí, as finanças ficam suscetíveis ao efeito bola de neve, o que torna ainda mais difícil sair do vermelho.

2. Para conquistar metas financeiras

Outro motivo para planejar o futuro financeiro é o alcance de metas de longo prazo. Seu objetivo pode ser comprar um carro ou uma casa ou fazer uma viagem internacional em família, por exemplo. Independentemente de qual seja o seu sonho, é necessário planejar o caminho para que ele seja conquistado.

3. Para garantir um futuro confortável

Você quer ter um futuro mais confortável financeiramente depois de se aposentar, certo? Então, é preciso iniciar o planejamento cedo. 

Esse cuidado permite que você gerencie melhor o dinheiro, faça investimentos e estruture um plano de ação para manter o padrão de vida futuramente.

Como planejar o seu futuro financeiro

Agora que você já sabe como planejar o futuro financeiro, é preciso conhecer as estratégias básicas para fazer isso na prática. Nas linhas a seguir, elencamos seis dicas imprescindíveis. Descubra:

1. Faça um diagnóstico financeiro

A primeira etapa do planejamento financeiro é o diagnóstico. Ele consiste em avaliar a sua saúde financeira e entender quais são as lacunas do orçamento e, portanto, as melhorias necessárias. Para isso, é preciso mapear gastos fixos e variáveis, dívidas (se houver) e renda. 

Em outras palavras, o diagnóstico é uma visão geral das finanças, o que significa, na prática, um ponto de partida para elaborar o planejamento.

2. Crie um orçamento

Depois do diagnóstico, é interessante criar um limite no orçamento. Ou seja: o valor mensal que você pode destinar a cada categoria de gastos, priorizando despesas mais importantes, como aquelas relacionadas à alimentação, saúde e serviços essenciais para casa.

Em um artigo para a revista Forbes, Erik Carter, planejador financeiro da Financial Finesse, destaca que o orçamento é uma ferramenta que garante que os gastos reflitam as prioridades. “O orçamento permite recuperar o controle de seu dinheiro e garantir que suas necessidades (de curto e longo prazos) sejam atendidas antes dos seus desejos”, pontua.

3. Controle as finanças

Com base no orçamento, você deve controlar as finanças para não ultrapassar o valor estipulado. Para isso, utilizar uma planilha ou aplicativo de controle financeiro é ideal. 

Com a ferramenta, você registra todas as entradas e saídas do seu caixa e controla mensalmente os gastos. Uma vantagem de fazer isso é perceber, com o tempo, quais são os seus hábitos financeiros.

4. Estabeleça metas financeiras

Conforme vimos antes, planejar o futuro é primordial para a conquista de metas financeiras. Mas, para que isso ocorra, é preciso inicialmente definir os objetivos de curto, médio e longo prazos. 

Uma dica é usar como base o método SMART, sigla em inglês para os seguintes requisitos para as metas:

  • Específicas (specific)
  • Mensuráveis (measurable)
  • Alcançáveis (achievable)
  • Realistas (realistic)
  • Rastreáveis (trackable).

 

5. Monte um colchão financeiro

Também conhecido como reserva de emergência, o colchão financeiro é uma quantia de dinheiro que você deve usar apenas em imprevistos. Em seu livro O melhor investimento para você: princípios de educação financeira (Ar Editora, 2016), Daniel Meinberg de Andrade afirma que cada pessoa deve definir o valor da reserva a ser criada. 

Ele menciona as variáveis que devem ser analisadas nessa hora: “estabilidade no emprego, qualidade do plano de saúde, características de sua previdência privada, eventuais dependentes da renda, entre outros fatores que podem influenciar na necessidade de se estabelecer uma reserva de emergência maior ou menor”.

6. Invista seu dinheiro

A última dica de como planejar o futuro é investir o dinheiro para que ele fique rendendo ao longo dos anos. E aqui falamos de alternativas à caderneta de poupança, que tem rendimentos baixíssimos. Se você ainda tem receio de fazer aplicações, estudar sobre esse universo e começar com ativos de renda fixa, que são mais seguros, é o ideal. 

Aos poucos, diversifique a carteira de investimentos para aumentar a rentabilidade. Existem diversas modalidades nas quais investir: Tesouro Direto, LCI e LCA, CDB, previdência privada, ações e fundos imobiliários, por exemplo.

Planejamento de investimentos para o futuro 

Ao planejar o futuro financeiro com aplicações financeiras, contar com apoio especializado faz uma diferença significativa. Com a Capital Research, você tem acesso a uma carteira de investimentos diversificada e balanceada, com a alocação assertiva dos recursos conforme o seu perfil e necessidades.

Há dois planos disponíveis: Lite e Premium. Além da carteira, entre as funcionalidades, estão conteúdos exclusivos sobre investimentos, tutoriais e apoio de analistas do mercado financeiro que acompanham diariamente os números, fornecendo análises e recomendações para investimentos. 

Aí, planejar o futuro fica muito mais fácil, e você pode investir o dinheiro garantindo uma rentabilidade que faz toda diferença no médio e longo prazos. E então, gostou das dicas do artigo? Compartilhe se elas foram úteis para você.

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