Investimentos de curto prazo: 5 opções para sua carteira

Quem busca ganhos rápidos ao aplicar dinheiro pode escolher alguns dos melhores investimentos de curto prazo. Confira nossas dicas.

Os investimentos de curto prazo são uma maneira de fazer seu dinheiro trabalhar em poucos meses e trazer ganhos reais para você.

Boas opções para fundos de emergência conservadores ou para perfis mais agressivos, as aplicações de resgate rápido têm suas vantagens. Mas, para fazer bons investimentos no curto prazo, você deve ficar atento a alguns critérios. 

Por isso, neste artigo, confira tudo o que você precisa saber sobre os ativos de rápido vencimento. Acompanhe dicas e sugestões de aplicações para a sua carteira.

O que são investimentos de curto prazo?

Os investimentos realizados no curto prazo são aqueles que têm o objetivo de resgate em até 1 ano. Se você quer retornos ainda mais rápidos, saiba que o mercado costuma considerar ativos resgatados antes de 90 dias como de curtíssimo prazo.

Dessa forma, a aplicação escolhida deve remunerar o investidor durante o breve espaço de tempo entre 3 e 12 meses.

Toda pessoa precisa considerar uma série de informações antes de começar a aplicar seu dinheiro. Assim, ela deve observar seu próprio perfil, objetivos de investimento, capacidade de poupança e tempo.

No caso das aplicações realizadas em curto prazo, esses elementos devem ser direcionados para a facilidade de resgate, obtenção de remunerações reais e evitar perdas com inflação e custos. 

Dessa maneira, os investimentos de curto prazo têm algumas particularidades que você precisa observar. Falaremos mais sobre elas ainda neste texto.

Por que investir no curto prazo?

Quanto maior o tempo de aplicação, maior a possibilidade de poupar e ganhar juros, não é mesmo? Então, é preciso ser realista, entendendo que os investimentos de curto prazo têm menor capacidade de acumulação e remuneração. Mas, nem por isso eles devem ser desconsiderados das suas estratégias como investidor.

Aplicar em ativos para ser remunerado em até 12 meses é interessante para quem deseja, por exemplo, fazer um fundo de emergência. Essa é uma forma de evitar perdas com a inflação e garantir uma reserva financeira de rápido resgate para cobrir imprevistos.

Além disso, é possível pensar em planos de curto prazo como uma reforma da casa, viagem ou compra de determinado bem. Em vez de você pagar pelos juros do crédito parcelado, é possível se estruturar para investir, ser remunerado e conseguir pagar pelas aquisições futuras à vista.

Por fim, as estratégias de curto – e curtíssimo prazo – são interessantes também para investidores arrojados. Nos métodos de day trade e swing trade, por exemplo, os acionistas compram e vendem ações no mesmo dia ou em intervalos de algumas semanas.

Riscos e custos dos investimentos de curto prazo

É preciso observar que os riscos do curto prazo são específicos. Afinal, há pouco tempo para recuperar eventuais perdas que o investimento possa ter.

Além disso, você deve se atentar para custos das aplicações. O Imposto de Renda (IR), por exemplo, é maior quanto mais próximo for o resgate da aplicação. Também o Imposto sobre Operações Financeiras (IOF) pode ser cobrado sobre alguns investimentos resgatados antes de 30 dias de aplicação.

Então, fique de olho sobre esses riscos e gastos específicos do curto prazo.

5 investimentos de curto prazo para sua carteira

Confira, agora, 5 opções para fazer investimentos no curto prazo, minimizando os riscos, tendo boa liquidez e rentabilidade.

 

1. LCI / LCA

As Letras de Crédito Imobiliário e do Agronegócio (LCI/LCA) são títulos do crédito privado. Enquanto renda fixa, geralmente remuneram os investidores de maneira indexada à taxa DI, pagando valores próximos a 100% do CDI.

A grande vantagem das letras de crédito para os investidores de curto prazo é que elas são isentas de IR. Assim, o custo progressivo do tributo não afeta sua rentabilidade. Além disso, elas são cobertas em até R$ 250 mil pelo Fundo Garantidor de Crédito (FGC).

Observe a data de vencimento dos títulos para garantir a boa liquidez.

 

2. CDB

Os Certificados de Depósito Bancário são títulos privados assegurados pelo FGC. Sua remuneração também é fixa (pré ou pós fixada) e indexada a índices como CDI e IPCA. Esses ativos podem ter liquidez diária. Assim, são boa opção para resgates emergenciais. Mas fique atento quanto à incidência do Imposto de Renda.

 

3. Fundos de Renda Fixa

Ao comprar as cotas de fundos de renda fixa, o investidor é remunerado de maneira variável com os juros gerados pelos ativos. Assim, ele obtém o melhor da renda fixa, pulverizando gastos. Vale a observação quanto à carência e taxas da gestora do fundo.

 

4. Tesouro Direto

Os títulos da dívida pública são bastante seguros. Prefixados ou pós-fixados, os papéis do Tesouro Direto apresentam remunerações maiores do que a caderneta de poupança. Entre todos eles, destaque para o Tesouro Selic e sua liquidez diária. Não deixe de observar custos com IR e IOF nos investimentos de curto prazo.

 

5. Ações

Comprar e vender ações no mesmo dia (day trade) ou com intervalos de semanas (swing trade) é uma maneira de ter boa rentabilidade no curto prazo. Mas é necessário ficar atento quanto aos riscos da operação e custos com as negociações.

Quer conhecer outras estratégias de investimento para fazer seu dinheiro render mais? Então, acompanhe os conteúdos e carteiras recomendadas da Capital Research para investir com mais rentabilidade e confiança.

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