Aprenda como calcular prestações, de forma rápida e prática

Atualmente, existem ferramentas que ajudam você a calcular de maneira simples. Confira!

Quando você não possui dinheiro para comprar um bem à vista, ou seja, pagando todo o valor de forma imediata, a solução é comprar a prazo, dividindo o valor e pagando prestações ao longo dos meses. Este tipo de gasto costuma cobrar juros, que são somados ao valor original do produto.

Em muitos casos, não há na operação de compra, pelo menos de forma declarada e aí é necessário calcular prestação. Mas como fazer esse cálculo? Atualmente algumas ferramentas conseguem fazer essa conta de forma rápida e prática. Confira!

Como calcular prestação pelo Excel?

O cálculo pelo Excel é uma das melhores maneiras de obter o resultado das prestações de forma rápida e prática. O primeiro passo é abrir a planilha de Excel e colocar com os dados na planilha. Você pode organizar da seguinte maneira:

  • Célula A1: valor financiado. Vamos supor que seja R$ 2.000,00.
  • Célula A2: o número de prestações. Digamos que seja 10.
  • Célula A3: a taxa de juros mensal do financiamento. Neste exemplo, será 0,05 (5%).
  • Célula A4: aplique a seguinte fórmula: =pgto(A3;A2;A1).

Quando você colocar a fórmula, o Excel irá calcular  automaticamente a prestação de financiamento. No caso deste exemplo: R$ 259,01. Se alterar o número de parcelas, a taxa de juros compostos ou mesmo o valor financiado o Excel vai calcular a prestação de financiamento de forma automática.

Como calcular prestação pela calculadora do cidadão?

O cálculo pela calculadora cidadão é ainda mais simples. Online, o próprio site disponibiliza um texto explicativo para exemplificar onde você deve colocar os valores da sua prestação.

Depois de preencher os campos do valor, prestação e taxa de juros, basta clicar no botão calcular. Automaticamente a calculadora irá fornecer o resultado. Veja:

Para acessar a calculadora do cidadão, basta clicar neste link: https://www.calcule.net/financeiro/juros-financiamento-calculadora/

Quando parcelar uma compra?

Em um primeiro momento, parece que comprar a vista é sempre a melhor opção, afinal, basta pagar de uma vez só e pronto. Porém, na prática nem sempre será, pois é preciso observar o rendimento do seu investimento e também os juros das parcelas.

Parcelar é mais recomendado quando o valor do bem ou serviço é muito maior do que a renda disponível para pagá-lo e a compra é realmente necessária, como por exemplo, em situações de compra de imóvel, veículo ou até viagens de férias.

Para produtos de menor valor, como roupas, produtos na farmácia, brinquedos, entre outros vale parcelar apenas se você for muito organizado, deixando o dinheiro aplicado e pagando as compras aos poucos no cartão de crédito. Já em situações em que o preço à vista é o mesmo que parcelado, dividir é mais inteligente.

Cuidados aos comprar por prestações

Parcelar compras é fundamental para adquirir bens duráveis e que possuem valores superiores ao da sua renda. Porém, é possível tomar alguns cuidados, como:

  • Comprar por impulso: muitas pessoas compram praticamente tudo de forma parcelada achando que naquele momento vai ter uma economia e mesmo assim vai conseguir garantir aquela roupa, sapato ou qualquer outro item imediatamente, afinal, ao pagar à vista, percebe-se o real impacto daquele gasto em sua conta bancária. Porém, como já citado, as prestações cobram o preço depois e a longo prazo, encarecem tudo que você poderia ter comprado à vista.
  • Fazer novas dívidas antes de quitar as antigas: esperar todas as parcelas anteriores acabarem para gastar em novas é fundamental para evitar o acúmulo de parcelas. Por exemplo, se você foi viajar e parcelou em 10 vezes, jamais faça uma nova viagem até que todas as parcelas sejam quitadas, pois rapidamente você estará endividado.
  • Parcelar gastos mensais: despesas que são geradas todo mês não devem ser pagas em parcelas, mas sim à vista. Nesta lista encaixam-se: supermercado, restaurante, gasolina, remédios, entre outros, afinal, todo o mês você sabe que vai precisar gastar com estes itens e as parcelas vão acabar acumulando, levando ao endividamento.
  • Comprometer toda a renda no crédito: muito bancos e financeiras costumam não fornecer empréstimos em que a parcela comprometa mais de 30% da renda de quem está solicitando. A recomendação geral é que o valor total das parcelas que serão pagas no mês não seja superior a 30% da renda líquida familiar. Isso é feito com o propósito de evitar a inadimplência, porém, muitas pessoas vão atrás de mais de uma instituição, comprometendo assim, muito mais do que 30% da renda.

Agora que você já sabe como calcular prestação e a importância de tomar cuidado com elas, evite cair na armadilha do parcelamento em X vezes sem juros. Pode parecer repetitivo, mas ter noção do orçamento é fundamental para não ficar mal endividado e comprometer a renda no futuro. Anote os gastos fixos, como contas de luz, condomínio de prédio, internet, entre outros e em seguida veja o quanto sobra por mês para investir e gastar com coisas como lazer, compras e o que mais lhe interessa.

Existem inúmeras maneiras de organizar o orçamento doméstico e ter uma planilha de controle de gastos. O importante é começar a colocar a medida em prática e ter sempre em mente como a compra parcelada no cartão pode impactar no seu orçamento. Pense sempre que a compra só é vantajosa se ela realmente atender o seu objetivo final por um bom preço.

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