Investimento em renda fixa: compare e escolha o melhor

Seguro e com boa rentabilidade, um investimento em renda fixa é alternativa para começar a aplicar seu dinheiro. Veja dicas.

O investimento em renda fixa é uma opção segura para quem deseja aplicar seu dinheiro sem correr tantos riscos. Ainda que a rentabilidade não seja alta, ela é praticamente garantida. 

Ativos como Tesouro Direto e letras de crédito podem ser opções interessantes para fazer parte de carteiras de investidores dos mais variados perfis e objetivos. É o que vamos ver ao longo deste artigo, que vai mostrar como funcionam as aplicações em renda fixa e apontar as melhores para você.

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O que é um investimento em renda fixa?

Renda fixa é uma modalidade de investimento que rende juros a taxas conhecidas no decorrer da sua aplicação. Ou seja, o investidor sabe das condições de rendimento desde a compra do ativo até a data de vencimento.

Mas isso não quer dizer que as taxas de juros sejam as mesmas durante todo o investimento. Por isso, existem ativos de taxas prefixadas e pós-fixadas.

No caso de renda fixa pré-fixada, o capital investido renderá à mesma taxa de juros por todo prazo da aplicação. Já os ativos pós-fixados são indexados a outras taxas – que podem ser alteradas no decorrer do investimento. 

Um título indexado à taxa Selic, por exemplo, vai remunerar investidores de acordo com as alíquotas da Selic. Assim, aquele que compra esse título conhece as condições de rendimento, mas não sabe as taxas de rentabilidade com exatidão.

5 vantagens da renda fixa

A seguir, listamos as principais razões para você considerar um investimento em renda fixa:

  1. Segurança aliada à rentabilidade
  2. Alta liquidez dos ativos
  3. Baixos custos de investimento
  4. Facilidade para investir
  5. Previsibilidade e planejamento da renda.

Riscos da renda fixa

O investimento em renda fixa tem baixos riscos, no geral. Contudo, vale observar que algumas aplicações não são asseguradas pelo Fundo Garantidor de Crédito (FGC).

O FGC cobre investimentos realizados por pessoas físicas em um montante de até R$ 250 mil por conglomerado financeiro, caso haja algum problema de pagamento. Dessa forma, vale observar os ativos de renda fixa que são cobertos pelo fundo a fim de minimizar os já baixos riscos da modalidade.

Perfil do investidor em renda fixa

Quando se fala em investimento em renda fixa, o primeiro perfil que se beneficia dessas aplicações é o do investidor conservador, que abre mão de maior rentabilidade em nome da segurança.

No entanto, a renda fixa também é recomendada para os moderados e até mesmo para os arrojados. Investidores moderados formam uma carteira de investimentos diversificada entre ganhos e riscos. Para eles, a renda fixa é parte considerável das opções e garante mais estabilidade à remuneração.

Já os arrojados também devem investir um percentual da sua carteira em ativos de baixo risco. Assim, eles conseguem assegurar uma parte das aplicações sem comprometer os maiores ganhos que desejam com investimentos que oscilam bastante, como na renda variável.

5 investimentos em renda fixa para sua carteira

Agora que você entendeu o que é e como funciona o investimento em renda fixa, a gente vai ver seu funcionamento na prática para comparar as opções. Confira, assim, as 5 aplicações mais conhecidas:

 

1. Tesouro Direto

O Tesouro Direto é composto pelos títulos da dívida pública. Ou seja, investir nesses papéis é mais ou menos como emprestar dinheiro ao governo, para que ele financie seus gastos.

Os ativos do Tesouro são considerados como um dos mais seguros do mercado. Os principais títulos são: Tesouro Prefixado, Tesouro Selic e Tesouro IPCA.

O Tesouro Direto tem incidência do Imposto sobre a Renda (IR) e também podem ser cobradas taxas da corretora, além da taxa de custódia obrigatória da B3.

 

2. CDB

Os Certificados de Depósitos Bancários funcionam de forma semelhante ao Tesouro Direto. A diferença é que, em vez de ser um financiamento à União, os CDBs são emitidos por bancos comerciais privados.

Os títulos são cobertos pelo Fundo Garantidor de Crédito, o que confere maior segurança. Geralmente, são remunerados de forma indexada ao CDI. Contudo, ele é tributado pelo IR e podem ser aplicadas taxas sobre o montante investido.

 

3. LCI e LCA

As Letras de Crédito Imobiliário e do Agronegócio (LCI e LCA) são títulos comercializados para financiar setores específicos da economia. No geral, elas têm garantias reais para pagamento sendo, portanto, seguras. Além disso, são garantidas pelo FGC.

As letras de crédito rendem a taxas atreladas ao CDI e são isentas do Imposto de Renda. Fique atento, no entanto, quanto à cobrança de taxas pelas corretoras.

 

4. CRI / CRA

Os Certificados de Recebíveis Imobiliários e do Agronegócio funcionam de forma parecida às letras de crédito. A diferença é que eles não são assegurados pelo FGC. Porém, CRI e CRA são investimentos isentos da tributação de IR e também do IOF, o Imposto sobre Operações Financeiras.

 

5. Fundos de Renda Fixa

Por fim, os fundos de renda fixa são grupos de investimentos diversificados entre os diferentes tipos de baixo risco. Assim, eles buscam as melhores remunerações com os menores custos.

Os fundos são operados por gestoras e, por isso, podem ter mais taxas do que as outras formas de renda fixa.

Como investir em renda fixa

Investir em renda fixa é muito fácil. Basta analisar as opções do mercado, comparar o que cada uma oferece, simular a quantia que deseja aplicar e passar à parte prática do investimento.

Na maioria dos casos, será preciso escolher uma corretora ou gestora de investimentos, que vai intermediar a operação. Depois, é só depositar dinheiro na conta, comprar os ativos de seu interesse e monitorar os resultados.

Também como parte do investimento em renda fixa ou variável, é sempre importante se manter atualizado e bem informado. Veja mais dicas para fazer seu dinheiro render mais com os conteúdos e recomendações da Capital Research.

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